sábado, 1 de agosto de 2026

estigma

Historicamente a colonização e as pilhagens europeias 
sobre outras nações destruiu de muitas formas e 
estrutura social dos povos aos quais atacou e esta 
ruptura é propositalmente arranjada para manter 
uma crise permanente e a dependência total aos 
ditames dos centros de poder, representados hoje 
pela supremacia do capital sobre todas as vidas 
da terra, e inclusive a de seus operadores, pois 
o capital não morre nunca , é uma besta mutante 
devoradora de mercados e as vidas escravizadas 
que os mantém na própria sujeição de performar 
este lugar medíocre e servil de escravo de 
escravizadores e de si mesmos... é o flagrante 
que do capitalismo tardio destrói vidas e de que 
o dinheiro não é exatamente um passaporte para 
o portador de liberdade, e sim um estigma do escravo.

- Crônicas das lutas de classe

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