de memórias e a consistência
do agora, requerem a apropriação
do real.
A verdade individual, está sujeita
ao lugar de surgimento histórico
e a força dialética de seu papel
existencial, aonde a legitimidade 'possível'
desse eu, nesta territorialização do registro,
se matizará nas verdades momentâneas
destes agendamentos, que limitados,
abriga-os ali assujeitados nas suas servis
temporalidade supérfluas como objeto
subjetivo necessário por assessório
ao consumo.
- crônicas das lutas de classe
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