- crônicas sistêmicas_2020
quinta-feira, 28 de maio de 2026
reterritorialização
Comportamentos impositivos e violentos em seu modus operandi, como 'linguagens' preconceituosas, produtoras de coerções sociais e culturais diversas e obrigatórias de marcação de status e demarcação de extratos e suas hierarquizações, com humores protofascistas e discriminativos recheados de extremismos, como um linchamento moral amparado num adoecido coletivo, são lugares de guerra, ela está soluta nessas performances, de ajuste, pois se a graça e o riso e o gesto são por via da perversão de sentido, o que está ocorrendo é via catarse, com o recalque que se cria como um fruto da miséria dialética entre mundos diferentes, e em disputa... ali descarregam-se socialmente como lugar de reterritorialização de conquistas, como narrativa de estabelecimento de visão e potência desejada de mundo, que mesmo ao vencedor pode ser horrível, mas ainda será totalmente dentro do assujeitamento desse desejo de pertencimento e reflete-se nesta auto escatologia de quem a pratica, despejar o ranço e ridicularizar, violar o espaço a identidade, a circunstância do outro, expõe a impotência e o lugar mental e o ordenamento psíquico dos traços de caráter, odiar via discurso a vida diferente da sua integra o lugar da persona fictícia por desintegrada do real e perdida na verdade supostamente própria, e que sustentam-se apenas nestas circunstâncias narrativas, sistemicamente deslocadas do real e dentro do adoecido psíquico e da própria miserável desintegração pessoal.
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