sábado, 24 de janeiro de 2026

discurso da própria atenção

O ser, se pensando, será que se vê
no discurso da própria atenção?
Os índices que lhe dão a direção
e o sentido na observação, não
são muito mais subordinações
nestas atenções do que consciências?
Mesmo a identidade me parece ali,
muito como o esperado de uma
necessidade auto imposta
de obediências,
que é para caber, para estar,
para ser, para se fundamentar
no próprio acontecer, no existir,
mesmo que seja nestas subserviências...
E é para poder se servir, na própria existência
conforme suas competências em se permitir
nas dependências do que ele próprio se consentir,
como as submissões que deve, pode e quer seguir...
- crônicas das lutas de classe

Nenhum comentário:

Postar um comentário