é mérito e por vontade de quem
não a esquece o suficiente para
que ela vire um trauma...
A memória armada padece até
atingir a calma de quem se
reconhece então dono das
próprias vontades d'alma
posta o desejo como algo
desistente no que há de
persistente, mas irrealizável...
E sobre o sonho que passou,
abraçar o real que ficou
de fato, como um legado
e encarar o irremediável,
já não há lutas para vencer
no passado...
- Metateatro

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