E bem assim, vertentes como as do mal e os maus
tomam forças nelas como grandezas. As identidades
assumem-se em vontades. E assim também nestes limites,
é onde o que se faz, transforma-se em suas próprias realidades,
objetificando e distorcendo suas reais potencialidades
em permanentes incapacidades e incertezas.
Do mal já posto, noves fora os desgostos, o
lugar para o resgate na realidade, tem base e é
humilde, tem a seriedade do silêncio e da naturalidade,
do que já está posto natural na natureza... como o mar o
vento no ar, caminhantes sobre a terra caminhar, no fogo
se aquecer, e com as suas chamas se encantar...
num amanhecer poder contemplar
o sol e a lua e as estrelas, todos juntos
unidos mas separados, mas num mesmo lugar, que é
com seu ser em sentir e se perceber no próprio existir...
Pois, reza o real, que a verdade não precisa das certezas.
-ouroboros
em permanentes incapacidades e incertezas.
Do mal já posto, noves fora os desgostos, o
lugar para o resgate na realidade, tem base e é
humilde, tem a seriedade do silêncio e da naturalidade,
do que já está posto natural na natureza... como o mar o
vento no ar, caminhantes sobre a terra caminhar, no fogo
se aquecer, e com as suas chamas se encantar...
num amanhecer poder contemplar
o sol e a lua e as estrelas, todos juntos
unidos mas separados, mas num mesmo lugar, que é
com seu ser em sentir e se perceber no próprio existir...
Pois, reza o real, que a verdade não precisa das certezas.
-ouroboros
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