como faz o nascer do sol
pela manhã, é como é Oxaguiã,
o oxalá jovem, como sua representação
combativa, irrompe todas as sombras da noite,
luz da alvorada, abre diariamente os trabalhos de amorosidade
nas pacificações necessárias para a vida, que avança e se renova...
vai ao auge de sua foça, Oxalá, agora exibe-se e ganha representatividade
na intensidade do sol à pino ao meio dia, tem sua plenitude como o maior ponto
de força e vitalidade para toda terra e todas as vidas em seus diversos processos
de força e vitalidade para toda terra e todas as vidas em seus diversos processos
naturais, sua força é da pacificação pela compreensão, subjetivamente a de que o
amor sistemicamente está se manifestando em todas as forças presentes e
notadamente evidencia justamente as sombras pelo que são: Projeções
da própria luz e seus movimentos e assim, por decorrentes, também
são compreensíveis e temporárias e há momentos como neste,
em que estão na sua menor potencia...e assim nesta clareza
avança a luz, revelando e adentrando recantos naturais e
outros tantos que ainda não havia percorrido até a parte
mais tardia, tudo foi iluminado, tudo foi sabido,
em que estão na sua menor potencia...e assim nesta clareza
avança a luz, revelando e adentrando recantos naturais e
outros tantos que ainda não havia percorrido até a parte
mais tardia, tudo foi iluminado, tudo foi sabido,
Oxalufã Oxalá já mais velho e sábio, faz esta
representatividade perfeita da pacificidade de
finalização de ciclos e suas necessidades,
representadas ao longo da luminosidade
do dia, em sua variedade... como o
do dia, em sua variedade... como o
entender o ciclo do início ao fim, e
amorosamente esperar a natural e
compreensiva maturidade, e assim,
equilibrando a harmonia, pacificar
as transições sabiamente, e então
iluminar-se esplendorosamente em
tudo e mesmo ao mergulhar na
escuridão valorosamente sem
receio de perder o próprio
brilho, exatamente como
sempre faz diariamente
sem alarde o por do sol
ao fim da
tarde...
- crônicas das asceses místicas
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