incluía-se a senilidade
como uma espécie de monstro
sem discernimentos...
Agora sei que na verdade
ela é como um anjo
dos esquecimentos...
Eu, sou o eu que esqueço?
Assombro-me
com este alguém do espelho
que de algum lugar reconheço...
Parece ter o que me contar?
Padeço...
Eu, sei do eu, que doeu,
e não vou e nem quero lembrar...
Eu, nem preciso de um eu...
Pois vou me reinventar.
(...) ralleirias
crédito na imagem

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