domingo, 31 de janeiro de 2016

O olho, enxerga poemas.

O olho, enxerga poemas.
Estão em gotas de chuva,
e mesmo nas manchas de óleo...
E por todo o ecossistema...
O olho, enxerga poemas.
Quase prontos, sem problemas
de dialética e de lógica,
e de outros tantos teoremas...
O olho, enxerga poemas.
Onde há dor e padecimento
e nos bons ou maus acontecimentos...
é onde ele os enxerga, às centenas...
O olho, enxerga poemas
quando o olhar,
toca em todo
e em cada lado
afinal,
o que é bom e
o que é mau
não tem
de ser desvendado?
Não tem que ser revelado,
desmistificado e desvelado?
É que em poemas,
tudo é melhor sintetizado
nem tudo fica explicado,
mas, fica bem convencionado...
que o olho, enxerga poemas
talvez,
pra diluir
aos poucos
os problemas
deste mundo
infestados de
lobos e de loucos...
E assim, nas coisas maiores 
e mais pequenas
o olho, enxerga poemas
aonde poemas, são 
tudo o que há...
ralleirias -meta teatro






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