E não é que o nunca mais,
pode chegar daqui há um pouco!
Nunca mais sua roupa, sua cama, sua morada.
O nunca mais sentar-se à mesa,
olhar os rostos de quem se gosta,
tocar, falar, sentir...
Nunca mais alegria,
nunca mais pessoa amada,
e então, nunca mais amor
e até, nunca mais vida...
Mas, não nunca mais
o nunca mais.
Pois é sempre,
em impermanência...
ralleirias

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