quinta-feira, 11 de junho de 2015

E não é que o nunca mais, pode chegar daqui há um pouco!

E não é que o nunca mais,
pode chegar daqui há um pouco!
Nunca mais sua roupa, sua cama, sua morada.
O nunca mais sentar-se à mesa,
olhar os rostos de quem se gosta,
tocar, falar, sentir...

Nunca mais alegria,
nunca mais pessoa amada,
e então, nunca mais amor
e até, nunca mais vida...

Mas, não nunca mais
o nunca mais.

Pois é sempre,
em impermanência...
ralleirias

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