quinta-feira, 25 de junho de 2015

na construção destes tempos...

Teus preconceitos, esperanças,
e todos os investimentos
na construção destes tempos...
São uma dedicação da qual, talvez devesses declinar...
Tuas vontades, servas de teus medos, deverias libertar.
Que fossem embora, iludir noutras paragens...
Nem se sustentam um segundo além do que tu pensas ser...
Todas estas miragens, do que seria a vida....
Miragens, vejas que não vês!
Cada segundo teu, pode ser escolha,
então, faça que possam ser...
Complicado?
Não tanto
o quanto
já o és...
Isto,
podes
ver?
ralleirias (das mortes não morridas)


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