a razão sobre às necessidades, parte quem sabe, de um reconhecimento
de igualdades nas carências, e de uma certa noção de identidade coletiva...
Surge assim, a comunhão de vontades, e somente então, carreada será a
força, e esta, pretensiosamente vencedora ...
Contudo, é da individualidade com todas as suas singularidades e
identificação das fragilidades próprias, que esta força ainda emanará...
Pois é assim justamente, que se dão os ataques que distorcem as vontades
das intenções coletivas....
Quais arautos, quais sinais escolhemos, como os construtores e
balizadores, não apenas de nossos temores, desejos e destinos,
mas sobretudo, de nossas razões?
Quem impõe estes caminhos e batalhas de fato?
Quem vem colhendo nossos frutos e o nosso trabalho,
como coletividade, nestes últimos 500 anos?
ralleirias
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