Quando a luz te toca, encerra-se uma viagem que foi outrora infinita,
e neste instante, então o tempo é premiado com uma solene eternidade...
Não importa que teu corpo sucumba, dada a sorte,
às guerras, ao amor e mesmo a (suposta) e temida morte...
Pois eis que morrerá aí, apenas uma de tuas múltiplas identidades.
A luz se faz em vida, agora perpétua,
nas muitas dimensões dos teus sonhos,
e neles, lutar com todas as trevas é pífio,
é inglório e é mesmo desnecessária contenda...
Mas acontecerá assim, até que tu entendas,
que nada mudou pra ti...
E enfim, saberás que como a luz, estivestes sempre
como projeção de possibilidades e latências, e sempre
em todo o lugar, mas que não o sabias,
até na luz te encontrar...
E apenas perceberás, que como a luz, também sempre emanarás...
Num então... 'daqui'.
ralleirias

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