quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Como isto soa aos seus ouvidos?

Vamos compartilhar
os nossos tempos perdidos?
Estes que foram jogados fora...
em nossos passados, agora,
já quase esquecidos...

Sente-se aqui, perto de mim...
Deixe, que eu lhe fale ao pé do ouvido,
tudo o que você me provoca
e o que eu tenho percebido,
das coisas que isto em mim evoca,
e, que nem sei muito bem
se lhe farão algum sentido...

Mas, posso afirmar com certeza,
que amor algum já foi assim,
igual a você também
é, enfim...
Ou, do jeito que agora você me tem...
O que será de mim!?

Como isto soa aos seus ouvidos?
Vem... Sente-se aqui, perto de mim...
O amor, às vezes, não precisa fazer sentido...
Antes da descoberta,
de que um mundo novo, agora só nosso
está sendo construído...
Mas, a porta, ainda está entreaberta...

Ralleirias



Vamos compartilhar...
Nossos tempos perdidos?
Estes que foram jogados fora...
Em nossos passados, agora esquecidos...

Sente-se aqui perto de mim...
Deixe que eu lhe fale ao pé do ouvido,
Tudo o que você me provoca
Tudo o que eu tenho percebido,
E estas coisas que agora
Nem sei muito bem...
Se já fizeram algum sentido...

Mas, posso afirmar com certeza,
Que Amor algum
Já foi assim, igual a você também...
Ou do jeito que agora você me tem...
Como isto soa aos seus ouvidos?

Sente-se aqui perto de mim...
Amor, às vezes não precisa fazer sentido...
Antes da descoberta,
De que um mundo novo, agora só nosso...
Está sendo construído...
Ralleirias 

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