A vida já me deu muitas certezas, e todas provaram-se transitórias...
E não, não faço mais também, questão de vencer...
A vida já me deu muitas vitórias, e não foi isso que me fez crescer...
Mesmo quando derrotado, não me senti vencido...
Mesmo quando desprezado, eu não me senti esquecido...
E cada mergulho, no fosso mais profundo, confesso que achei divertido...
Talvez, eu seja louco, ou estúpido, mas não, não me sinto assim...
E atualmente, não me preocupo mais, com princípio, meio ou fim...
Apenas, sinto-me seguro, e sei que sou eu quem faz, o que chamam de futuro...
Seja dor ou prazer, tudo me interessa, degusto-os atentamente...
Realmente, não me aflige nenhuma pressa,
e coisa nenhuma desautorizada
entra agora e permanece em minha mente, não...
sem essa....
Mas enfim, isso também não me estressa.
E quando olho pros meus medos, às vezes me divirto...
São eles, parte importante de mim,
e não sei bem para o que servem,
mas, certamente, todos têm um propósito,
até que cheguem ao fim...
entra agora e permanece em minha mente, não...
sem essa....
Mas enfim, isso também não me estressa.
E quando olho pros meus medos, às vezes me divirto...
São eles, parte importante de mim,
e não sei bem para o que servem,
mas, certamente, todos têm um propósito,
até que cheguem ao fim...
Agredido, eu dei a outra face,
e não fez nenhum sentido...
Mas também, nem fiquei derrotado ou irado,
ou mesmo ressentido.
Não odiei os que se diziam e acreditavam-se
meus inimigos,
mesmo, quando por isso perdi...
E fiquei de certa forma agradecido,
e não fez nenhum sentido...
Mas também, nem fiquei derrotado ou irado,
ou mesmo ressentido.
Não odiei os que se diziam e acreditavam-se
meus inimigos,
mesmo, quando por isso perdi...
E fiquei de certa forma agradecido,
quando eu os venci...
E como não? Eis que, nem tão surpreendentemente,
eles integram parte do que sou...
E agora, sou eu, a minha história?
Percebo que eu mesmo, nunca estive por aqui...
Foi sempre apenas parte de mim, apenas como...
os papeis que eu vivi.
Como se apegar a isso?
Bastaria, quem sabe, referendar-me nos tantos olhares
que me assistiam, e que nem mais existem?
Referenciais tão pobres e tão tristes...
Porém, talvez haja um eu que existe,
E como não? Eis que, nem tão surpreendentemente,
eles integram parte do que sou...
E agora, sou eu, a minha história?
Percebo que eu mesmo, nunca estive por aqui...
Foi sempre apenas parte de mim, apenas como...
os papeis que eu vivi.
Como se apegar a isso?
Bastaria, quem sabe, referendar-me nos tantos olhares
que me assistiam, e que nem mais existem?
Referenciais tão pobres e tão tristes...
Porém, talvez haja um eu que existe,
nas coisas que me fazem feliz...ou triste.
E por isso, eu deixo que sejam ainda às mesmas de sempre...
Deixo, que minha humanidade persiga todas as suas vontades,
e sobretudo, todas as suas aspirações de amor, isto sim...
E por isso, eu deixo que sejam ainda às mesmas de sempre...
Deixo, que minha humanidade persiga todas as suas vontades,
e sobretudo, todas as suas aspirações de amor, isto sim...

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