Em desterro, ainda
porto o amor sincero.
E espero, não ser este
mais um erro...
Amor é sede,
é fome?
Deserto afora
esta dúvida
permanente
me consome...
Sem esperança
nem socorro.
Na dúvida,
de amor
eu morro!
ralleirias (das mortes não morridas)
quinta-feira, 25 de janeiro de 2018
sexta-feira, 5 de janeiro de 2018
Um bom ano para todos...
Um bom ano para todos...
E é o que todos querem?
Com amores, e sem os
desnecessários apegos
e dores...
Pois que desejem,
mas... não esperem!
Mesmo o tempo
torna-se um
consentimento.
Quando o amor
toma o momento,
eis que ele o faz ali,
também por toda
uma eternidade...
Colapsa as verdades, e
assim abre mais entendimentos
sobre as possíveis e novas realidades...
(...) fragmento
Trazia aquela vida morta
mas, Piná, sabia enorme
saber mudo...
Marcava em letra torta
e calada, o destino de tudo...
A vida morta de saudade
dum tempo que nem foi verdade...
A vida torta e desrregrada
de quem se supõem com
alguma autoridade...
(...) fragmento
Vou embora.
Mas logo volto.
Fui o agora,
e...revolto.
Vou embora.
Mas logo volto.
renascido morto
convencido e torto.
Vou embora.
Mas logo volto.
Verdade alguma
eu escolto...
Vou embora.
Mas logo volto.
Há tempo oculto
novo, num auto indulto?
Vou embora.
Mas logo volto.
Pois de desejar
no eu, eu resulto...
(...) fragmento
ralleirias
E é o que todos querem?
Com amores, e sem os
desnecessários apegos
e dores...
Pois que desejem,
mas... não esperem!
Mesmo o tempo
torna-se um
consentimento.
Quando o amor
toma o momento,
eis que ele o faz ali,
também por toda
uma eternidade...
Colapsa as verdades, e
assim abre mais entendimentos
sobre as possíveis e novas realidades...
(...) fragmento
Trazia aquela vida morta
mas, Piná, sabia enorme
saber mudo...
Marcava em letra torta
e calada, o destino de tudo...
A vida morta de saudade
dum tempo que nem foi verdade...
A vida torta e desrregrada
de quem se supõem com
alguma autoridade...
(...) fragmento
Vou embora.
Mas logo volto.
Fui o agora,
e...revolto.
Vou embora.
Mas logo volto.
renascido morto
convencido e torto.
Vou embora.
Mas logo volto.
Verdade alguma
eu escolto...
Vou embora.
Mas logo volto.
Há tempo oculto
novo, num auto indulto?
Vou embora.
Mas logo volto.
Pois de desejar
no eu, eu resulto...
(...) fragmento
ralleirias
quinta-feira, 28 de dezembro de 2017
o final do som do sino
Escuta o silêncio,
pois o tempo
escorre mais rápido
em palavras,
tomam-te no som
do momento delas
e assim 'és' como
o final do som
do sino,
dali previsto
estava um destino...
ralleirias - Metateatro
quinta-feira, 14 de dezembro de 2017
um possível lúdico
Verdade, é alimento
da realidade
em que o tudo,
é um possível lúdico...
Então,
o comum é bom,
problema é saga,
presença e amor,
também é por decisão
e assim, faz criação de identidades...
ralleirias (Das lutas de classe...)
da realidade
em que o tudo,
é um possível lúdico...
Então,
o comum é bom,
problema é saga,
presença e amor,
também é por decisão
e assim, faz criação de identidades...
ralleirias (Das lutas de classe...)
Antes? Depois? Junto?
Palavra é pensamento,
antes? Depois? Junto?
Palavra é desejo,
antes? Depois? Junto?
Palavra é movimento,
antes? Depois? Junto?
Palavra é sentimento,
antes? Depois? Junto?
Palavra é consentimento,
antes? Depois? Junto?
Palavra é encarceramento,
antes? Depois? Junto?
Palavra é livramento,
antes? Depois? Junto?
Palavra é impermanência,
antes? Depois? Junto?
Palavra é tempo,
antes? Depois? Junto?
Palavra é momento,
antes? Depois? Junto?
Palavra é pensamento,
antes? Depois? Junto?
ralleirias- ouroboros
antes? Depois? Junto?
Palavra é desejo,
antes? Depois? Junto?
Palavra é movimento,
antes? Depois? Junto?
Palavra é sentimento,
antes? Depois? Junto?
Palavra é consentimento,
antes? Depois? Junto?
Palavra é encarceramento,
antes? Depois? Junto?
Palavra é livramento,
antes? Depois? Junto?
Palavra é impermanência,
antes? Depois? Junto?
Palavra é tempo,
antes? Depois? Junto?
Palavra é momento,
antes? Depois? Junto?
Palavra é pensamento,
antes? Depois? Junto?
ralleirias- ouroboros
terça-feira, 5 de dezembro de 2017
E a palavra clama!
Vontade, vem num atropelo,
formada quando?
Se quando, pode ser
um lapso entre
depois, agora ou antes...
Lugar em que a vontade
circula oculta
selecionado
atos, memórias, nomes
numa sigilosa incuta...
Há um momento entre seus nomes,
em que a verdade é 'palavra',
e são como espíritos
em ideais de vontades
sussurradas...
invadem-nos nas escolhas
em que tomamo-as em
nossos tempos, culturas,
revestem-se num agora
desejado, de significados
apreendidos, encarcerados.
Palavra declara
invade, existe, muda-se
ressurge, persiste...
nos meus verbos preferidos
morro aos poucos
gasto-me em tempo
e projeto meus sonhados signos
na compreensão, por ela, palavra,
por nós, na conquista dum existir
E a palavra clama!
-Use-me tanto quanto puderes,
existo, não nos teus verbos e falas
quando partires, continuarei aqui.
formada quando?
Se quando, pode ser
um lapso entre
depois, agora ou antes...
Lugar em que a vontade
circula oculta
selecionado
atos, memórias, nomes
numa sigilosa incuta...
Há um momento entre seus nomes,
em que a verdade é 'palavra',
e são como espíritos
em ideais de vontades
sussurradas...
invadem-nos nas escolhas
em que tomamo-as em
nossos tempos, culturas,
revestem-se num agora
desejado, de significados
apreendidos, encarcerados.
Palavra declara
invade, existe, muda-se
ressurge, persiste...
nos meus verbos preferidos
morro aos poucos
gasto-me em tempo
e projeto meus sonhados signos
na compreensão, por ela, palavra,
por nós, na conquista dum existir
E a palavra clama!
-Use-me tanto quanto puderes,
existo, não nos teus verbos e falas
quando partires, continuarei aqui.
tuas juras, mudas
(...)Como as tuas juras, mudas,
prometem ecoar na minha breve eternidade?
Será fazendo este silêncio dedicado por vontade?
Cala a minha boca com um beijo.
Sela minha dúvida com a tua verdade.
Mesmo o sim,
ainda assim é aceito,
quando não é perfeito,
mas é só até o fim.
O não, também é uma promessa
pra cedo ou tarde ser quebrada...
E... corra... pois,
pro tempo do não tempo
do tempo desfeito,
logo, já é a alvorada...
ralleirias (...)
prometem ecoar na minha breve eternidade?
Será fazendo este silêncio dedicado por vontade?
Cala a minha boca com um beijo.
Sela minha dúvida com a tua verdade.
Mesmo o sim,
ainda assim é aceito,
quando não é perfeito,
mas é só até o fim.
O não, também é uma promessa
pra cedo ou tarde ser quebrada...
E... corra... pois,
pro tempo do não tempo
do tempo desfeito,
logo, já é a alvorada...
ralleirias (...)
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