terça-feira, 5 de dezembro de 2017

tuas juras, mudas

(...)Como as tuas juras, mudas,

prometem ecoar na minha breve eternidade?

Será fazendo este silêncio dedicado por vontade?

Cala a minha boca com um beijo.

Sela minha dúvida com a tua verdade.

Mesmo o sim,
ainda assim é aceito,
quando não é perfeito,
mas é só até o fim.

O não, também é uma promessa
pra cedo ou tarde ser quebrada...

E... corra... pois,
pro tempo do não tempo
do tempo desfeito,
logo, já é a alvorada...
ralleirias (...)


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