(...)Como as tuas juras, mudas,
prometem ecoar na minha breve eternidade?
Será fazendo este silêncio dedicado por vontade?
Cala a minha boca com um beijo.
Sela minha dúvida com a tua verdade.
Mesmo o sim,
ainda assim é aceito,
quando não é perfeito,
mas é só até o fim.
O não, também é uma promessa
pra cedo ou tarde ser quebrada...
E... corra... pois,
pro tempo do não tempo
do tempo desfeito,
logo, já é a alvorada...
ralleirias (...)

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