E se o sapo beijado...
Não for para a princesa ou príncipe, aquilo esperado?
Pensei que funcionaria para mim.
No entanto, minha prometida desapareceu.
Nem mesmo me disse, o que sucedeu, se era um começo ou fim...
Mas enfim, nosso amor também sumiu ou... morreu.
E afinal, que tipo de sapo sou eu?
Seria um sapo príncipe?
Ou um sapo plebeu?
ralleirias
quarta-feira, 5 de março de 2014
segunda-feira, 3 de março de 2014
eu nunca gostei de usar este termo...
'Meu amor' ...
eu nunca gostei de usar este termo...
Soa ridiculamente possessivo...
O amor nunca é meu...nunca é teu...
Soa ridiculamente possessivo...
O amor nunca é meu...nunca é teu...
nem é nosso...é talvez, entre nós...
E às vezes é um amor capenga,
E às vezes é um amor capenga,
a paixão anda renga e nunca chega,
em lugar algum ... e tem mais...
em lugar algum ... e tem mais...
infelizmente este é
o 'lugar' mais comum...
O que eu deveria ter feito?
Na primeira vez que à ouvi,
O que eu deveria ter feito?
Na primeira vez que à ouvi,
era não ter ficado seduzido...
Deveria ter dito:
Opa! Mas que porra é essa?
Ralleirias - aonde está o blues
Deveria ter dito:
Opa! Mas que porra é essa?
Ralleirias - aonde está o blues
Um confronto se pré-estabelece em cada teia que o desejo tece.
Um confronto se pré-estabelece
em cada teia que o desejo tece.
A paz, não existirá mais...
já à partir do desejo.
Uma guerra foi travada,
aquela vontade velha... derrotada.
E nem sempre será fácil e belo,
reconquistar o próprio castelo...
Pois, eis que nesta contraditória labuta,
veja que a paz... é a própria luta.
Nossa razão volátil, parte de qual consciência?
Estaria em nossa natureza a origem da violência?
E a violência, quem sabe, compõe nossa própria linguagem?
Seria nossa civilização, apenas como uma jaula ou uma miragem?
Talvez, sejamos ainda, aqueles seres do paleolítico...
E a bestialidade do desejo, seja como uma fome voraz,
que não respeita, nem mesmo o próprio senso crítico...
ralleirias - Crônicas das lutas de classe
em cada teia que o desejo tece.
A paz, não existirá mais...
já à partir do desejo.
Uma guerra foi travada,
aquela vontade velha... derrotada.
E nem sempre será fácil e belo,
reconquistar o próprio castelo...
Pois, eis que nesta contraditória labuta,
veja que a paz... é a própria luta.
Nossa razão volátil, parte de qual consciência?
Estaria em nossa natureza a origem da violência?
E a violência, quem sabe, compõe nossa própria linguagem?
Seria nossa civilização, apenas como uma jaula ou uma miragem?
Talvez, sejamos ainda, aqueles seres do paleolítico...
E a bestialidade do desejo, seja como uma fome voraz,
que não respeita, nem mesmo o próprio senso crítico...
ralleirias - Crônicas das lutas de classe
Deixe estar o pensamento.
Deixe estar o pensamento.
Não há de faltar ideia.
Com o mover do tempo, de encontro ao meu semblante,
que tenho, como se pedra fosse, e como pedra, penso:
É o eterno, sim! Num enquanto ..!
Como minhas lógicas teias, de capturas provisórias,
que não dormem na imobilidade e temporalidade,
as almas que escrevem as próprias histórias, e mesmo
em meio à estas tantas pressas, em suas essências,
guardam os saberes necessários, eles resguardam-se
na calma de todas as existências.
Móveis por suas resiliências...nas diferenças,
somos assim, todos iguais
mas, não por coincidências.
ralleirias
Não há de faltar ideia.
Com o mover do tempo, de encontro ao meu semblante,
que tenho, como se pedra fosse, e como pedra, penso:
É o eterno, sim! Num enquanto ..!
Como minhas lógicas teias, de capturas provisórias,
que não dormem na imobilidade e temporalidade,
as almas que escrevem as próprias histórias, e mesmo
em meio à estas tantas pressas, em suas essências,
guardam os saberes necessários, eles resguardam-se
na calma de todas as existências.
Móveis por suas resiliências...nas diferenças,
somos assim, todos iguais
mas, não por coincidências.
ralleirias
A realidade pode acontecer ...
A realidade 'pode' acontecer.
As possibilidades existem.
Ou, as possibilidades não existem.
E no então, as possibilidades
nem não existem, nem existem.
A realidade pode acontecer num salto,
e em salto quântico, há excentricidades.
Assim, há compreensão ampliada, aonde
abre-se uma nova escala para a razão.
Ante todas as possibilidades da realidade,
e a razão de forma irrelevante
é relevante, ou não.
A razão é uma invenção,
que comporá ou não uma
ou mais realidades...
Como uma compreensão é também
uma limitação e é uma liberação...
e que pode acontecer ou não como verdade.
Se aconteceu na imaginação, em alguma escala...
aconteceu, ou não?
Onde ficam as fronteiras entre verdade,
ilusão, razão, possibilidade, invenção,
realidade, devaneio ou imaginação?
Há uma instância codependente onde
todas são criação e existem ainda
na sub e na superposição.
Então... suas 'equidades',
são relativas ou não...
Nisso aonde surge a geração
dessas essenciais motrizes vontades?
...na minha ou na sua opinião...
ralleirias - Meta teatro
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