da água e do ar, há um espírito que emana...
Uma vontade urge e evoca lidas de sagas heroicas
em roldão eterno e circulante que eclode
em vidas como em chamas...
Milhares de entes errantes, entre existires
sagrados, fazem mundos emaranhados, desejados...
Destino assim é causa, cumpre-se a sorte,
vem para vida, chega a morte...
segue ao acaso, faz outra saga,
vence batalha, morre de praga...
E nasce de novo, e tem outra vida,
morrer novamente, adentrando ao inferno
e do paraíso fazendo saída...
Num então, toma jeito, mas,
lamentavelmente decai...
Eis que entra de novo,
mas de novo, sai...
Do fogo e cerne da pedra e da terra,
da água e do ar, há um espírito que emana...
Uma vontade urge e evoca lidas de sagas heroicas
em roldão eterno e circulante que eclode
em vidas como em chamas...
ralleirias- das mortes não morridas

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