Em sins e nãos
pela observação,
forja-se o tempo
num existir
que constrói
'um' intrínseco possível,
nalgum devir?
Pari-se o tempo em conceito,
da observação 'em' movimentos,
seriam 'existires' entrelaçados
na percepção da 'forma' que molda-se
ao espaço, este mesmo, que lhe
dá a permissão... Mas, o que faz
um gabarito de compreensão?
Uns sins e uns nãos?
Como o nunca e o sempre
equilibrando-se em opostos
ocupam semelhante função
nos todos existires, e em sins e nãos...
Por qual permissão?
No limbo bardo da presença
não notam-se as
nenhumas ausências.
Aonde há vontades,
devora-se referências.
Como ergue-se o ser
em formadas concupiscências...
por tantos sins e nãos, e
em bênçãos e maledicências...
ralleirias - Meta teatro - impondo ficção na vida alheia

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