terça-feira, 27 de março de 2018

Uns sins e uns nãos?

Em sins e nãos
pela observação, 
forja-se o tempo 
num existir 
que constrói 
'um' intrínseco possível, 
nalgum devir?

Pari-se o tempo em conceito, 
da observação 'em' movimentos,
seriam 'existires' entrelaçados 
na percepção da 'forma' que molda-se 
ao espaço, este mesmo, que lhe 
dá a permissão... Mas, o que faz
um gabarito de compreensão?
Uns sins e uns nãos?

Como o nunca e o sempre 
equilibrando-se em opostos 
ocupam semelhante função
nos todos existires, e em sins e nãos...
Por qual permissão?

No limbo bardo da presença 
não notam-se as 
nenhumas ausências.

Aonde há vontades, 
devora-se referências.
Como ergue-se o ser 
em formadas concupiscências...
por tantos sins e nãos, e
em bênçãos e maledicências...

ralleirias - Meta teatro - impondo ficção na vida alheia






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