segunda-feira, 23 de novembro de 2015

tão perto

Olho o infinito,
está tão perto

E é de um silêncio brutal!

Único destino certo
Onde dilui-se
o bem e o mal...

É como o vazio
que permite as formas

É na linguagem,
a mãe das normas

Como onda

Num vem e vai...

Não o toco,
mas,
respiro ...

Não sou
o que entra
Tudo sou
do que sai...
ralleirias
(o nome disto é esperança?)


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