Sendo os porquês inventados,
assim, o propósito da vida, então,
precisaria ser explicado?
Mas, dum grande logos de nada,
foi criada?
Meu tempo, é um rebento lógico
como vento, um acaso pródigo...
E sempre nesta rotação, desenfreada.
Luz e sombra, nada e tudo e... nada?
A realidade percebam,
aconteceu à um segundo...
Então, fazendo um agora tardio,
não perdemos o mundo..?
ralleirias - meta teatro
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