quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Desfaço o pacto...

Agora, desfaço o pacto.
Neste ato, não libero-te então.
Mas, antes sim... à mim!
Este nosso universo, já havia chegado ao fim...
Percebo, que falo à um fantasma do que nunca foste...
O pacto, foi um ato, só meu.
Como foi que a ilusão me convenceu?
Desejo e crio, tudo o que imagino e o que vejo...
Como, a tua boca!
E também, este maldito desejo,
pelos teus beijos...
ralleirias

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