quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Há um estado híbrido, que se perpetua na expectativa...

Há um estado híbrido, que se perpetua na expectativa...
O porvir, aquele que 'será', o que se prenuncia...
O vai ser, que o agora esvazia.

E carrega o presente, pra um outro tempo, ou outro espaço...
É um limbo espectral.
Será? vai ser? poderemos? sucessões de 'entãos',  sobrepõem-se ...

Um novo mundo é carregado, permeia o agora em brechas invisíveis,
enquanto não miradas, não olhadas... ele apropria-se do instante.

Eis que nasce, num antes do enquanto, um agora misterioso.
Sorrateiramente ele migra, constrói uma ponte durante nossos sonhos...

Nossos inocentes desejos de felicidade, são os dentes de uma
engrenagem, dum gigantesco moinho de mundos...
ralleirias


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