segunda-feira, 11 de novembro de 2013

se descobríssemos...

Quem sabe uma apoteose,
nos dê significância...
Mas, somos mesmo tão rasos
em tantas instâncias?

Somos assim, tão pobres...
nestas relações artificiais,
que tão significadas em serem preciosas...
mas no entanto, tão banais.

Eis que uma apoteose de fato...
nos elevaria à nossa quintessência?
...quem sabe, talvez ...
desnecessário seja tal esforço artificial...

E a superação, seja o ápice da futilidade...
Não é pois, a quintessência em si,
a própria existência?

E um estado, das nossas próprias naturalidades?

Não louco seria, se descobríssemos...
que às apoteoses sejam...
apenas uma questão, das carências...
dos delírios de nossas vaidades
e de tudo que desejam?
ralleirias





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