Será o amor, quem faz vontades?
São as fugidias verdades,
frutos de quais segredos?
Será que o amor real,
suporta todas as vaidades?
Ou ele é quem desmancha
quaisquer enredos?
Será o amor, uma força mestra,
da vida, e da mudança
de tudo o que não presta...
Será o amor a esperança
de dissolução
das mazelas do coração,
e assim, de todos os medos?
E o que nos faz querer em nós,
o todo sanar.
Como panaceia, divina flor...
E o que nos faz continuar...
Das coisa mais sérias,
da vida, é assim o amor...
ralleirias - Bravo amar
segunda-feira, 2 de março de 2020
A dor
A dor, pode ser irrefutável ao ser.
Oculta, nas loucuras das diversas personas que usamos.
Oculta, nas loucuras das diversas personas que usamos.
Pode a loucura, ser a salvação, para a dor ora
irremediável que na doença, sentimos.
irremediável que na doença, sentimos.
Pode a doença, ser a fronteira
aonde combatemos a própria morte.
Pode a morte, ser desconexão definitiva, quando,
com a vida que vivemos o ser, este o é, somente em dor.
ralleirias - meta teatro
aonde combatemos a própria morte.
Pode a morte, ser desconexão definitiva, quando,
com a vida que vivemos o ser, este o é, somente em dor.
Contudo, a dor como pulso é natural, e quando pulsa,
podemos compreender sua origem, e isso pode vir a
transformar, valorar e curar nosso mundo e toda vida.
ralleirias - meta teatro
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020
no infinitivo
Ama,
no infinitivo.
No gerúndio,
vai amando.
Ama, num
vocativo...
ama mais
outro tanto.
Sonha,
no infinitivo.
No gerúndio,
vai sonhando.
Sonha, num
vocativo...
sonha mais
outro tanto.
Cura,
no infinitivo.
No gerúndio,
vai curando.
Cura, num
vocativo...
cura mais
outro tanto.
ralleirias - meta teatro
no infinitivo.
No gerúndio,
vai amando.
Ama, num
vocativo...
ama mais
outro tanto.
Sonha,
no infinitivo.
No gerúndio,
vai sonhando.
Sonha, num
vocativo...
sonha mais
outro tanto.
Cura,
no infinitivo.
No gerúndio,
vai curando.
Cura, num
vocativo...
cura mais
outro tanto.
ralleirias - meta teatro
sábado, 15 de fevereiro de 2020
de novo
Desculpe, de novo
eu entrar aqui,
e só pra falar
mais uma vez,
do que eu reparo em ti...
Que graça que tem
esse teu sorriso,
das coisas do mundo
pra ser feliz
ele é tudo,
e sei,
que é só isso
o que eu preciso...
Que forte
é o teu olhar
Nessa mira dele,
e sendo desejado
é aonde, mais que
tudo, eu quero estar...
Gestos, palavras, graça.
Das perfeições
todas do ser
nada parece haver
que tu já não faças...
eu entrar aqui,
e só pra falar
mais uma vez,
do que eu reparo em ti...
Que é mesmo em tudo
a coisa mais linda,
e, como eu nunca vi...
a coisa mais linda,
e, como eu nunca vi...
Que graça que tem
esse teu sorriso,
das coisas do mundo
pra ser feliz
ele é tudo,
e sei,
que é só isso
o que eu preciso...
Que forte
é o teu olhar
Nessa mira dele,
e sendo desejado
é aonde, mais que
tudo, eu quero estar...
Gestos, palavras, graça.
Das perfeições
todas do ser
nada parece haver
que tu já não faças...
Me é impossível
não querer eu
te pertencer...
ralleirias - Bravo amar
domingo, 9 de fevereiro de 2020
pura intenção.
Entente nunca e sempre.
Daí, derramada a verdade
derretida a certeza
abalada a realeza
destituída a identidade
quebrada a vaidade...
porque, quando e onde
perdidos o sim e não
nada, tudo e contudo
antes agora e depois,
então, faz exposta
a invenção.
Sentir, ser, existir
é pura intenção...
ralleirias- das asceses místicas
Rogo
Rogo agora
que lembrem,
rogo agora,
Que sintam.
Rogo agora
compreendam
como a força
que está,
o real do que é,
e que, o são em tudo.
Rogo agora, na intenção,
verbo somos, dessa luz
e todas as sombras.
Não, nem há decisão...
Mas, somos a passagem,
no sonho, pomos verdades,
e vida como invenção.
No espaço, a paciência
do amor, que nos aceitamos
servidos, por silêncio.
Rogo agora
sentirem,
tempo,
vida e morte,
ser, existir
como nossos
nomes
secretos.
ralleirias- das asceses místicas
que lembrem,
rogo agora,
Que sintam.
Rogo agora
compreendam
como a força
que está,
o real do que é,
e que, o são em tudo.
Rogo agora, na intenção,
verbo somos, dessa luz
e todas as sombras.
Não, nem há decisão...
Mas, somos a passagem,
no sonho, pomos verdades,
e vida como invenção.
No espaço, a paciência
do amor, que nos aceitamos
servidos, por silêncio.
Rogo agora
sentirem,
tempo,
vida e morte,
ser, existir
como nossos
nomes
secretos.
ralleirias- das asceses místicas
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020
como nunca
Te amo, como nunca amei ninguém,
e isto me assusta.
Te amo, tanto e completamente,
e mais além...
mas sei que isso, não encerrou ainda
essa minha busca.
Te amo, tão logicamente e apaixonadamente
e tão fervorosamente...
num amor lúcido e muy valente,
que assim,
o mundo só faz sentido
se houver um nós,
com tu como meu norte
até o fim e o após..
ralleirias- Bravo amar
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