que lembrem,
rogo agora,
Que sintam.
Rogo agora
compreendam
como a força
que está,
o real do que é,
e que, o são em tudo.
Rogo agora, na intenção,
verbo somos, dessa luz
e todas as sombras.
Não, nem há decisão...
Mas, somos a passagem,
no sonho, pomos verdades,
e vida como invenção.
No espaço, a paciência
do amor, que nos aceitamos
servidos, por silêncio.
Rogo agora
sentirem,
tempo,
vida e morte,
ser, existir
como nossos
nomes
secretos.
ralleirias- das asceses místicas

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