Onde está você?
Em que parte da história?
E não são estórias? Em que lugar está
agora e sempre toda a sua vida?
No último segundo, lá, em alguma memória?
Nas glórias, fracassos, lugares instâncias
tão intemporais como um sonho?
Mas, aonde está você, ancorado nas suas
marcas mentais e linguagens, na forma e aparência,
que tem agora, ou na que possui a sua
identidade social, ou num lugar de fala?
Em qual tempo, em quais vontades e sonhos...
Nas móveis circunstâncias longe de seu instante...
São espaços, formas, cenários que foram e
vão o tempo todo... para onde, são seus?
O que resta? Onde está você?
terça-feira, 28 de agosto de 2018
sexta-feira, 24 de agosto de 2018
ao condicionado.
Na terra a permanência vibra.
A água flui até parada.
Vento move o movimento.
Fogo em sol, faz saraivada...
Tempo, acontece, informa,
esquece, transforma, em tudo e nada...
O ser é causado, e enlaçado ao condicionado.
ralleirias- das asceses místicas
A água flui até parada.
Vento move o movimento.
Fogo em sol, faz saraivada...
Tempo, acontece, informa,
esquece, transforma, em tudo e nada...
O ser é causado, e enlaçado ao condicionado.
ralleirias- das asceses místicas
terça-feira, 21 de agosto de 2018
faz de conta
E que tantas metáforas preciosas,
a vida faz de conta que cria...
Afinal, do que se faz luz e sombra,
dor e alegria?
Ó Saber, seja sóbrio nas certezas
e amoroso nas aplicações...
Ó cultura, seja amiga delicada
que ensina enquanto encanta
como num belo canto
levando-nos a aprender
sem dores e sem pranto...
ralleirias - das lutas de classe
a vida faz de conta que cria...
Afinal, do que se faz luz e sombra,
dor e alegria?
Ó Saber, seja sóbrio nas certezas
e amoroso nas aplicações...
Ó cultura, seja amiga delicada
que ensina enquanto encanta
como num belo canto
levando-nos a aprender
sem dores e sem pranto...
ralleirias - das lutas de classe
quinta-feira, 9 de agosto de 2018
Do que quero
Do que quero
todo bardo
espero...
Em rebentos
de realidades
desejadas
constroem-se
verdades
emancipadas?
Do que quero
prazer
sorte
vida, morte
derradeiro
alento do
sofrimento...
do que quero
no que quero
perde-se e faz-se
um eu?
No quero, um eu
não se perdeu?
ralleirias -das asceses místicas
todo bardo
espero...
Em rebentos
de realidades
desejadas
constroem-se
verdades
emancipadas?
Do que quero
prazer
sorte
vida, morte
derradeiro
alento do
sofrimento...
do que quero
no que quero
perde-se e faz-se
um eu?
No quero, um eu
não se perdeu?
ralleirias -das asceses místicas
um mistério
Teu nome, um mistério
sina de uma busca
que não irá cessar.
Teu nome, por ser
vida, tem esta fome.
Teu nome, é o mesmo
da palavra, a qual
não nos é possível
ainda pronunciar.
Teu nome, em rostos
felizes e risonhos.
Teu nome, cabe e
não cabe em todos
os sonhos...
ralleirias - das asceses místicas
sina de uma busca
que não irá cessar.
Teu nome, por ser
vida, tem esta fome.
Teu nome, é o mesmo
da palavra, a qual
não nos é possível
ainda pronunciar.
Teu nome, em rostos
felizes e risonhos.
Teu nome, cabe e
não cabe em todos
os sonhos...
ralleirias - das asceses místicas
na PEIA
Disse que na PEIA
( processo espiritual de intensa aprendizagem)
de onde a mente parte é que a grande lição se carreia...
ali, que se mantenha a postura...
na altura que clareia toda miragem,
veja e sinta e seja a solução e a questão na própria mensagem...
ralleirias - das asceses místicas
Assinar:
Postagens (Atom)






