quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Do que quero

Do que quero
todo bardo
espero...
Em rebentos
de realidades
desejadas
constroem-se
verdades
emancipadas?
Do que quero
prazer
sorte
vida, morte
derradeiro
alento do
sofrimento...
do que quero
no que quero
perde-se e faz-se
um eu?
No quero, um eu
não se perdeu?
ralleirias -das asceses místicas




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