Achei que o cão, estava perdido.
Mas, na verdade, estava filosofando.
O mundo, parece não fazer sentido...
Será que é isto, o que ele vive acuando?
Um sentido, que reclama em latidos...
Quer detê-lo, e o pegar encurralando!
E o mundo, não tem que ser contido..?
Até quanto, e até quando?
(...)- ralleirias-
Imagem Ski: Codinome Tesouro Negro
domingo, 9 de agosto de 2015
sábado, 8 de agosto de 2015
A beleza nos é infligida como nácar.
Vida, trituradora de existências...
Veste-se como eflorescência servida
Veste-se como eflorescência servida
E quanta insistência...
Tão sofridas
são as resiliências...
Reveste-nos por isto,
às vezes, com as mais
lindas vidas...
Hão de ser trituradas
novamente, e
reabsorvidas...
Então, ressurgem mais lindas
e com tanta, tanta vida, que pouco
nos importa se sofridas...
Na nossa natureza, voltamos à lida.
A beleza, nos é infligida,
é como nácar.
Tão sofridas
são as resiliências...
Reveste-nos por isto,
às vezes, com as mais
lindas vidas...
Hão de ser trituradas
novamente, e
reabsorvidas...
Então, ressurgem mais lindas
e com tanta, tanta vida, que pouco
nos importa se sofridas...
Na nossa natureza, voltamos à lida.
A beleza, nos é infligida,
é como nácar.
sexta-feira, 7 de agosto de 2015
Esteja avisado...
Ao ouvir o sincopado
de meu latido encadeado...
Ao que corre, correrá ou correu
sesse agora!
Ou corro e o pego eu!
Esteja avisado...
(...)- ralleirias-
Sky 'codinome' Tesouro Negro :D
de meu latido encadeado...
Ao que corre, correrá ou correu
sesse agora!
Ou corro e o pego eu!
Esteja avisado...
(...)- ralleirias-
Sky 'codinome' Tesouro Negro :D
vitorioso.
Por dentro, eu ri... me sentindo vitorioso...
Desconsiderando que era mesmo um idiota obcecado,
um fodido por aquela ideia maligna que me permeava,
e assim, aleijava a razão e os sentidos...
Alegre escárnio da vitória, duma birrenta sede de vingança.
O ódio, tomou minha vida,
como a sua principal causa...
Não, não foi o contrário...
No primeiro instante que eu odiei,
para sempre eu me perdi.
ralleirias (Do rabo do diabo- das maldições- fragmento)
Imagem "LOL" 2015, pencil on paper, 25" x 34", ©Laurie Lipton
Desconsiderando que era mesmo um idiota obcecado,
um fodido por aquela ideia maligna que me permeava,
e assim, aleijava a razão e os sentidos...
Alegre escárnio da vitória, duma birrenta sede de vingança.
O ódio, tomou minha vida,
como a sua principal causa...
Não, não foi o contrário...
No primeiro instante que eu odiei,
para sempre eu me perdi.
ralleirias (Do rabo do diabo- das maldições- fragmento)
Imagem "LOL" 2015, pencil on paper, 25" x 34", ©Laurie Lipton
terça-feira, 4 de agosto de 2015
não existo integralmente
Sei agora, que não existo integralmente, não como supunha...
Somos projeções sobrepostas, por nossas compreensões
sobre os papeis que ocupamos, diante dos nossos olhares
e dos olhares de nossos contemporâneos...
No entanto, somos um ente diferente,
para cada um dos diferentes observadores
desta corrente comum de existências...
Somos assim, múltiplos em diversas realidades paralelas...
Como amores, carrascos, heróis, vilões...
Exercendo os papeis de personagens principais ou coadjuvantes,
e às vezes, simultaneamente.
Assim, estas tantas camadas de existências,
ainda que condicionadas ao quorum que nos contém e compreende,
longe de representarem um encarceramento,
longe de representarem um encarceramento,
são uma prova incontestável da liberdade absoluta,
e da capacidade de nos tornarmos o que for necessário
para nossa evolução ...
E este, é o motivo maior, porquê creio então,
que a felicidade sim, pode ser uma questão de escolha...
ralleirias - meta teatro
segunda-feira, 3 de agosto de 2015
Demônio principal...
Meu demônio principal,
já se chamou medo,
depois
se chamou ódio,
também
o nome dele,
já foi o
prazer,
só que era uma máscara
de culpa,
e que também se apresentava,
até como amor,
outrora, então
passou a ser ignorância,
depois
teve o nome surpreendente de
sucesso...
Meu demônio, já não usa mais disfarces,
eles desmancham-se
como as aparências, são impermanentes...
Agora, resolveu seguir sem nome,
pois ele sabe que as identidades
são todas provisórias...
e num espelho,
ele próprio testemunha
a sua transitoriedade,
e sofre,
pois sabe
que nunca
ralleirias - Do rabo do diabo
já se chamou medo,
depois
se chamou ódio,
também
o nome dele,
já foi o
prazer,
só que era uma máscara
de culpa,
e que também se apresentava,
até como amor,
outrora, então
passou a ser ignorância,
depois
teve o nome surpreendente de
sucesso...
Ele, é só uma entidade birrenta
e desaforada,
e que fica irritado
quando não encontra um suprimento
e desaforada,
e que fica irritado
quando não encontra um suprimento
suficiente de felicidade,
e ele é bem estúpido, pois
sempre procura nos lugares errados...
sempre procura nos lugares errados...
Meu demônio, já não usa mais disfarces,
eles desmancham-se
como as aparências, são impermanentes...
Agora, resolveu seguir sem nome,
pois ele sabe que as identidades
são todas provisórias...
e num espelho,
ele próprio testemunha
a sua transitoriedade,
e sofre,
pois sabe
que nunca
vai alcançar
o desejo
de não ser
e que as suas identidades
móveis, sempre
transitarão neste inferno,
entre suas vergonhas e
transitarão neste inferno,
entre suas vergonhas e
infelicidades e suas
inglórias certezas...
ralleirias - Do rabo do diabo
créditos na imagem
sábado, 1 de agosto de 2015
milagres mágicos
(...)Não é um problema a roda girar, se está andando...
A evolução é assim, repete-se naquilo que funciona bem.
Eficiência, economiza recursos, reduz esforços e tempo.
Competência é então dádiva que abre possibilidades de
florescimentos únicos, como os seres pensantes,
e de milagres mágicos, como a tal felicidade também...
(...)
ralleirias (Do rabo do diabo - fragmento)
Crédito na imagem
A evolução é assim, repete-se naquilo que funciona bem.
Eficiência, economiza recursos, reduz esforços e tempo.
Competência é então dádiva que abre possibilidades de
florescimentos únicos, como os seres pensantes,
e de milagres mágicos, como a tal felicidade também...
(...)
ralleirias (Do rabo do diabo - fragmento)
Crédito na imagem
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