Somos projeções sobrepostas, por nossas compreensões
sobre os papeis que ocupamos, diante dos nossos olhares
e dos olhares de nossos contemporâneos...
No entanto, somos um ente diferente,
para cada um dos diferentes observadores
desta corrente comum de existências...
Somos assim, múltiplos em diversas realidades paralelas...
Como amores, carrascos, heróis, vilões...
Exercendo os papeis de personagens principais ou coadjuvantes,
e às vezes, simultaneamente.
Assim, estas tantas camadas de existências,
ainda que condicionadas ao quorum que nos contém e compreende,
longe de representarem um encarceramento,
longe de representarem um encarceramento,
são uma prova incontestável da liberdade absoluta,
e da capacidade de nos tornarmos o que for necessário
para nossa evolução ...
E este, é o motivo maior, porquê creio então,
que a felicidade sim, pode ser uma questão de escolha...
ralleirias - meta teatro

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