E qual desamor que é a maior
dor do solitário, senão a
compreensão do real erário o
sentir-se ser, se compreender,
doer-se e remoer o rancor
inevitável...e romper no que
é e no que projeta e aonde
se objeta a verdade do ser, e
ali, nada é feito para não
encaixar-se em qualquer
historicidade, além daquelas
das ilusões sobre o lugar
e as fantasiosas e ocupadas
desejosas realidades
prontas para comportarem
as suas personalidades...
- metateatro
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