Forma-se o ser dialético por interação passiva ou não de sua objetiva singularidade derivada do meio aonde surge e sua semiótica e em suas práticas, quando então avança em continuidades nas absorções e consolidações da sua subjetivação nos desejos e imposições de assujeitamentos civilizatórios e identitários. O citadino infante busca coroar-se como herói errante até a conquista narrativa de sua autoridade, ainda que submetida ao mesmo código que o forjou oprimido. Refém da única força que estima validar sua existência, submete-se integralmente com seu mundo.
- crônicas das lutas de classe
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