Não será
o meu mal
um apego,
e nem paz
e nem sossego,
sequer eu ei de precisar...
não me aflige tal fome
nada me consome
já nada mais preciso
ver ou olhar...
nem me presto a falar,
e não toca a minha alma,
não toma a minha calma
e não tira a minha paz...
Naquilo tudo que se deu
nem eu era eu, nem nós
houve, há ou haverá!
ralleirias - aonde está o blues
_ Do Prajnaparamita
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