E de madrugada, eu acordo
pensando em ti, amada...
Com esta saudade que em mim,
é enorme e desbragada.
Me dói essa impossibilidade
de tua vida findada
e de nem eu ou tu, por nós,
agora, podermos
fazer mais nada...
E então, só e triste
e muy infeliz
eu sigo e vivo,
e cotidianamente eu tento
ir em frente,
e me digo...
que sem ti, é horrível,
mas sim, eu enfim, sigo.
E acho eu, que consigo...
Mas, queria ao amanhecer,
ainda ouvir a tua voz rouca e bela
a tua imagem, aos meus olhos
como raios de sol jogando luz e cor
na minha janela
tuas elaborações matinais
com mente descansada
perceber contigo
beleza em todo canto,
como coisa benta e encantada...
- aonde está o blues
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