E posto qualquer lugar de desgosto,
não tem solução para o mundo,
fora de mim, e que saibamos,
que para todos nós,
também será assim...
E aonde uma solução
passa à ser novo início,
e não um fim...
E é no ser, que será na mudança,
e como ser, será na esperança,
onde ser não é como no amor,
ser é furor, como na paixão...
Assim, não há reserva
de domínio de um eu,
numa razão, ou identidade de fixação,
muito menos, decerto, há qualquer mandato
aberto... e mesmo pródigo, lúcido ou lógico,
que firme-se em um eu, ser em perpetuação...
ralleirias- Metateatro
quinta-feira, 17 de junho de 2021
domínio
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