Tomo refúgio,
No meu próprio
assentamento
na lei, em que
por tudo me oriento
no sol e a lua
e as estrelas
e no povo todo
que me acompanha
meu abrigo,
meu alento...
Tomo refúgio,
no buda
no dharma
e na sanga.
Como quem traz
a cara joia
de sentir e ser
e não ser
nas próprias mãos...
Como o boi que
se livra da canga

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