Num tanto, somos o que nos é dado,
ao virmos ao mundo, e daí, somos
também parte de nossas criações,
assim, somos corresponsáveis
pelo mundo e pelo que cocriamos
para e à partir do mundo...
e assim, somos responsáveis
por partilha-lo com o próximo,
seja um ser ou objeto, forma,
sentimento ou coisa.
Intrínseco ao existir está o coexistir,
não existimos sem a relação
com os demais agentes do mundo.
Me parece que a partilha necessária,
é também uma expressão de aceitação
humilde de nossas responsabilidades
de cocriadores de nossos mundos.
ralleirias - crônicas das lutas de classe

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