Derrotado pelo desejo.
É derrota insuperável,
mas não a vejo.
E quero 'me' impor,
como minha, toda
tola razão. Mas,
parece que venho das
coisas do meu coração...
Imaginário poético
de poderes proféticos...
Me falta 'tanta' humildade,
E carecem nas minhas
autenticidades das
identidades dos fatos...
Prego um eu, quase
indefinido, nos vários
repetitivos atos...
O mundo se afasta
e já não basta.
Quero o viver, sentido
Em vida plena e vasta.
ralleirias - meta teatro

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