e, cravada, nas costas, queria dar respostas,
mas, doía o suficiente pra confundir o seu pensar,
mas não o seu agir, e o lutar...
Apenas, não dava para parar,
pois era laço e sofrenaço,
e com a dor em cada corte,
e já cansado o braço,
e as mãos nuas molhadas,
com seu próprio sangue,
tremiam, mas não paravam...
Responsivos arrastos
de um momento bruto,
com a mente em comado de luto,
fria, cortava o agora
com a virulência
necessária da
paciência irada...
Contudo, mesmo a vitória
agora e sempre, ainda não
representava, nada...
ralleirias- das lutas de classe

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