vasta solidão e ar gelado...
Cada um, vai até aonde alcança,
pensava, já sem esperança
junto à pequena pedra que o
protegia contra o frio vento
potente, cortante e incessante,
ajoelhado, congelado no ápice
do pico escarpado,
e de tudo, tão distante...
Ninguém nem nada
é escolhido para coisa alguma...
Não existe o final de algo
Não existe o final de algo
que dependa de tudo...
O silêncio, nem sequer
está mudo...
Será a rarefação do oxigênio...
ou é uma questão
de bom ou mau gênio,
o que faz a mente balbuciar...

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