mas não inteiramente...
Lucidamente enganado,
oniricamente consciente.
Uma parte de mim, insiste
em ficar por aqui,
está obcecada e renitente...
Tento liberta-la,
dissolvendo meu passado,
visitando-o esvazio minhas
memórias,
mesmo as mais dolorosas,
mesmo as mais dolorosas,
e principalmente aquelas
em que presumi
alguma glória...
De lá, o 'agora' é futuro...
e então, tal qual como
neste instante, este futuro,
só pode ser alterado,
em construções do presente...
e por isso... é que
estou indo,
estou indo,
mas, não inteiramente...
ralleirias (das mortes não morridas - Bardos)
ralleirias (das mortes não morridas - Bardos)

Nenhum comentário:
Postar um comentário