para desvendar
nem há quem seguir
até uma 'iluminação'...
nem há quem seguir
até uma 'iluminação'...
O que pode haver,
talvez,
seja um abandonar
as nossas convicções
encarceradoras...
encarceradoras...
Porém,
não trata-se exatamente
também
de uma negação do eu,
mas sim,
abdicação
dos pesos
das nossas certezas,
das nossas certezas,
e de nossas
travas
e cercas
existenciais...
travas
e cercas
existenciais...
Troca-las
por uma
liberdade maior.
liberdade maior.
A de tentar
'ser' feliz
sem um severo compromisso
com as dores
de nosso repertório
de nosso repertório
e com qualquer permanência
em uma identidade construída
sobre as lembranças
que decidimos
portar...
sobre as lembranças
que decidimos
portar...
E mesmo
aquela que supomos
ser a do nosso próprio
buda interno...
(...)
ralleirias
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