e disse, que o nome dele é 'sou eu'.
Uma vontade abocanhou a linguagem, e
o binário dela é: 'comprou', 'vendeu'.
Um 'quadro geral' adonou-se da cena...
Feito pastiche duma época de glórias,
que nunca ocorreu...
E o mundo, confundido, traça vida torta...
Neste enredo, colapsa suas verdades,
por mortas, e eis que também ele morreu!
O que resta ao paradigma agora vazio?
Qual observador e regra? Tudo sumiu...
Solto no espaço indefinido e disforme,
o paradigma aderiu ao nada,
relativizando-o ... ao 'conforme'.
Então, Um morto se apossou do corpo
e disse, que o nome dele é 'sou eu'.ralleirias - crônicas das lutas de classe

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