Em nada eu mudo.
Se me botarem no fogo,
é carvalho queimando.
Se me jogarem na água,
carvalho afunda, flutua.
Enterrado, apodreço carvalho.
E é da impermanência ocupar o ser.
Assim, nada me vence... nada, até o fim.
Isto é sorte? É castigo?
É assim, só assim?
E existe outra coisa?
Há algo no mundo, que não
Assim, nada me vence... nada, até o fim.
Isto é sorte? É castigo?
É assim, só assim?
E existe outra coisa?
Há algo no mundo, que não

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