Todo o nosso tempo, às vezes,
parece resumir-se ao instante aonde a
consciência apresenta-se como desperta.
Então assim, somos o nosso tempo e mundo.
Mas, somos também assim, a inconsciência e o nada.
Somos daí, as inconsistências na berlinda do ser.
E neste devir, e talvez somente nele, somos
a eternidade, contida numa promessa...
ralleirias- metateatro

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