domingo, 9 de novembro de 2025
Surpreende
e não se firmará...
pois assim, já lá está
posto que finalizou... E o desejo de passado toma o tempo do presente aonde o futuro será fundado mas, replicado, até que seja desmanchado seja como for E veja você, que também o medo de não viver é que se chama dor... - metateatro
sexta-feira, 7 de novembro de 2025
é preciso compreender...
da nossa natural humanidade, e o
desamor, é em si, pura dor e
instável fragilidade. E se há dor, há dor,
e a dor é mais que uma objetividade...
O Ser para compreender-se ser, tem
que se pertencer, e aonde ele se auto
perceber e assim, se reconhecer,
sentindo-se ser em condição de se poder...
estar, autorizar e desejar ser...e nisso se
comprometer, amar ao mundo aonde
ele mesmo se faz poder acontecer
no que ele quiser se fazer em ser.
E então, é preciso compreender...
- oroboro
está em voga
quinta-feira, 6 de novembro de 2025
uma gira
um rezo para o eu,
catarse do que o mundo
não lhe concedeu,
mas que o furor da vida
escolheu como o
seu natural lugar de se criar...
y girar y girar, em redemoinho
y la ninã y el niño
de roda à brincar...
nosotros bailando,
y nossos tempos
se criando neste
desejar ...
Yira, yira.
- metateatro
é ruim
uso em seu devido fim...
É assim que ampara a
possibilidade de um
compreender de verdade
como se faz para melhor ser,
e deste correto proceder
e para isso, é que aprende-se
assim... É com todos os inícios
também com todos os vícios
até suas curas nos meios e nos fins...
- Metateatro
Estudo das correlações entre os planetas e os Orixás
O estudo das correlações entre os planetas e os Orixás é uma área da astrologia esotérica e da Umbanda/Candomblé, que busca associar as energias e simbolismos dos corpos celestes às divindades africanas. Não existe algo como uma 'tabela' única e universalmente aceita, pois as associações podem variar entre diferentes tradições e linhas de estudo, mas algumas correspondências são comuns.
As associações geralmente envolvem os sete Orixás mais cultuados e os sete astros (incluindo Sol e Lua) visíveis a olho nu e conhecidos na antiguidade, aonde não há imperativos mas sim observação sobre os fluxos e conjuntos de energias, assim como na cabala e demais artes da compreensão :
Planeta / Astro Orixá Associado Simbolismo / Atuação
Sol Oxalá Criador, paz, vida, luz e regente do universo.
Lua Iemanjá / Oxum Energia feminina, intuição, ciclos da natureza, emoções, maternidade e fertilidade.
Mercúrio Xangô / Ibejis Intelecto, comunicação, conhecimento, justiça e discernimento (Xangô), ou a dualidade e a alegria (Ibejis).
Vênus Oxum / Oxumarê Amor, beleza, sensualidade, prosperidade e união.
Marte Ogum Energia de combate, força, superação de obstáculos, trabalho e caminhos.
Júpiter Oxóssi / Xangô Conhecimento, fartura, expansão, sabedoria e realeza.
Saturno Obaluaê/Omulu / Nanã Tempo, karma, cura, saúde (Omulu), ancestralidade, sabedoria dos mais velhos e a morte (Nanã).
É importante notar que:
Fundamento Ancestral: A astrologia ocidental e o culto aos Orixás são sistemas de crenças distintos. As correlações são uma sobreposição feita em contextos de sincretismo e estudos esotéricos modernos, e não um fundamento direto das tradições africanas originais.
Variações: Diferentes astrólogos e sacerdotes podem ter interpretações ligeiramente diferentes ou usar outros Orixás (como Iansã, associada a Oyá-Tempo, que rege a Lei, ou a elementos como o vento e as tempestades) em suas correlações.
Individualidade: Em sistemas como a Astrologia Védica, o Orixá de uma pessoa estaria ligado ao seu Ori (cabeça, destino, intuição), que é determinado por um cálculo mais complexo do mapa astral individual, não apenas pelo signo solar.
Correlações
Sol: Oxalá (princípio criador, paz, sabedoria) ou, por vezes, a Xangô (justiça, poder), devido à centralidade e autoridade de ambos.
Lua: Geralmente ligada a Iemanjá (maternidade, mar, acolhimento) ou Oxum (amor, rios, fertilidade), devido às suas conexões com as águas e ciclos naturais.
Mercúrio: Associado a Exu (comunicação, caminhos, movimento), que é o mensageiro e intermediário entre os mundos, ou a Xangô (conhecimento, discernimento).
Vênus: Ligado a Oxum (amor, beleza, riqueza) e, em algumas interpretações, a Iansã/Oyá (paixão, ventos, transformação).
Marte: Associado a Ogum (guerra, trabalho, abertura de caminhos), o orixá dos combates e da metalurgia.
Júpiter: Frequentemente correlacionado a Xangô (justiça, realeza, sabedoria), que partilha atributos com o Júpiter mitológico.
Saturno: Associado a Obaluaiê/Omulu (cura, vida e morte, transformação) ou a Nanã Buruquê (ancestralidade, sabedoria dos mais velhos), que regem o tempo, a maturidade e os limites.
- crônicas das asceses místicas
terça-feira, 4 de novembro de 2025
regenerar
se construir em desconstruir
Avançar, esperar e recomeçar...
O vencer às vezes é num desistir,
em que o destruir é pra se regenerar,
e corajosamente querer se perder, pra
poder se vencer, pra poder se resgatar
E se reerguer e reintegrar, e se entregar!
Salubá! E eu vou rezar! Pois eu sou seu filho,
Nanã! E humildemente da lama eu sei renascer
pois tem quem queira me conceder o imenso poder
de eu amar o que eu quiser e ali eu também me amparar
e ajudar meu próprio mundo surgir, e é vosmecê! ó minha
mãe Nanã! é quem está a me amparar! Salubá! Nanã Baruquê!
Salubá Nanã! Vida retorna Vida ! Salubá Nanã Baruquê! Salubá!
- crônicas das asceses místicas
