Perceba agora amor
é a vida, pulsando...
Veja então amor
é o sol, brilhando
e sinta agora amor
estamos, amando.
E é a nós dois...
Perceba agora amor
é o vento, soprando
veja então amor
há um fogo, queimando
e sinta agora amor
estamos nos amando.
E é a nós dois...
E na terra e no mar
e em toda parte...
Perceba agora amor
é o amar... vibrando...
ralleirias - aonde está o blues
quarta-feira, 8 de abril de 2020
novo agora
O agora é um novo agora,
onde o antes deixa de ser,
mas decide-se
num novo agora no agora,
o que, agora, vai acontecer...
Agora, decida agora,
sentir agora o que agora vai ser...
-meta teatro
onde o antes deixa de ser,
mas decide-se
num novo agora no agora,
o que, agora, vai acontecer...
Agora, decida agora,
sentir agora o que agora vai ser...
-meta teatro
tresloucado
Queria intuir um poema,
de sentimentos exaltados,
revelando compreensões
que nunca havíamos notado...
de algo à nós, novo e insuspeito,
de sentimentos exaltados,
revelando compreensões
que nunca havíamos notado...
de algo à nós, novo e insuspeito,
como dons curativos e sagrados
E queria eu, estar ao teu lado,
surgidos de dentro do peito,
que, por deveras, apaixonados...
Queria eu, estar contigo, abraçado
e sentindo os nossos corpos quentes
e que assim, estivéssemos muito presentes
e conscientes, num mundo bom,
e sentindo os nossos corpos quentes
e que assim, estivéssemos muito presentes
e conscientes, num mundo bom,
possível e encantado...
Eu queria intuir um poema
de sentimento muy apaixonado,
que me revelasse mais que uma emoção,
surpreendente, sobre esse teu ser sagrado
de sentimento muy apaixonado,
que me revelasse mais que uma emoção,
surpreendente, sobre esse teu ser sagrado
e além desse meu querer contundente...
E queria eu, estar ao teu lado,
comungando num olhar,
de carinhos trocados...
e num gesto meu, que por ti,
consentido, mas, tresloucado,
beijar essa tua boca
e num gesto meu, que por ti,
consentido, mas, tresloucado,
beijar essa tua boca
sábado, 21 de março de 2020
E nós, sorríamos...
E presos em nossos currais invisíveis, nós sorríamos...
E quando gaia e a genuína vida, nos pedia e clamava
por uma trégua às nossas absurdas e abjetas iniquidades
consumistas, nos auto consumindo, não a ouvíamos...
E nós, sorríamos...
E concordávamos calados, cegos, surdos, obtusos,
vendidos, comprados... Com o holocausto de tantos seres,
e nós todos, entre eles... E nós, sorríamos.
Seguimos sendo finados, nos tantos açougues de todos os
tipos, desta servil escravidão, subjugados à fome vorás
da lucrativa especulação... E nós, sorríamos...
Em meio à infinitas dores dos outros, aceitando toda indigna
normativa rasa, e a miséria de quem gritava, ninguém a notava.
E nós, sorríamos...
E assim marchávamos com um estandarte de vitórias,
nesta luta louca e inglória e por esta vida atropelada,
empurrando a máquina de moer mundos, nesta funesta
estrada, aonde jazem já, tantas vidas cimentadas,
nessa coisa incerta que nunca por nada parava ...
E nós, sorríamos...
E agora, será que é chegada a derradeira hora..?
Do não sorrir, do não compartir, do não tocar, do não ver,
do não exprimir, do não falar, do não amar e do não viver...
E se não de forma digna e legitimamente por todos nós,
nem por eu ou por você...Até quando, por quem, e por quê?
ralleirias- Das lutas de classe
E quando gaia e a genuína vida, nos pedia e clamava
por uma trégua às nossas absurdas e abjetas iniquidades
consumistas, nos auto consumindo, não a ouvíamos...
E nós, sorríamos...
E concordávamos calados, cegos, surdos, obtusos,
vendidos, comprados... Com o holocausto de tantos seres,
e nós todos, entre eles... E nós, sorríamos.
Seguimos sendo finados, nos tantos açougues de todos os
tipos, desta servil escravidão, subjugados à fome vorás
da lucrativa especulação... E nós, sorríamos...
Em meio à infinitas dores dos outros, aceitando toda indigna
normativa rasa, e a miséria de quem gritava, ninguém a notava.
E nós, sorríamos...
E assim marchávamos com um estandarte de vitórias,
nesta luta louca e inglória e por esta vida atropelada,
empurrando a máquina de moer mundos, nesta funesta
estrada, aonde jazem já, tantas vidas cimentadas,
nessa coisa incerta que nunca por nada parava ...
E nós, sorríamos...
E agora, será que é chegada a derradeira hora..?
Do não sorrir, do não compartir, do não tocar, do não ver,
do não exprimir, do não falar, do não amar e do não viver...
E se não de forma digna e legitimamente por todos nós,
nem por eu ou por você...Até quando, por quem, e por quê?
ralleirias- Das lutas de classe
Tudo para ti
Tudo para ti,
eu quero poder...
O todo de mim
que queres
que eu queira,
eu me faço
em te conceder...
- Bravo amar
eu quero poder...
O todo de mim
que queres
que eu queira,
eu me faço
em te conceder...
- Bravo amar
sexta-feira, 20 de março de 2020
Atotô, Obaluaiê. Atotô! O Rei da terra chegou..
Atotô, Obaluaiê. Atotô! O Rei da terra chegou...
E nos comanda o silêncio, na postura do aquietar-se
no próprio espaço do que nos cabe por direito.
E nos comanda o silêncio, na postura do aquietar-se
no próprio espaço do que nos cabe por direito.
Pela atenção naquilo que criamos, nesse respeito,
pelas palavras que não proferimos, no silêncio que é perfeito.
Atotô, há o espaço e a criação, há a cura, que é a aceitação.
Atotô, há o espaço e a criação, há a cura, que é a aceitação.
segunda-feira, 9 de março de 2020
O equilíbrio das polaridades
O equilíbrio das polaridades
deve ser dinâmico, na troca
do pulsar em dar e receber.
Meu equilíbrio com toda
minha amorosidade,
está em querer eu,
à ti, pertencer.
Assim, a troca
é bem-aventurada
quando ressoa
em um, e no outro
um mesmo querer.
E sistematicamente,
pulsará o amor a crescer...
ralleirias -Bravo amar
deve ser dinâmico, na troca
do pulsar em dar e receber.
Meu equilíbrio com toda
minha amorosidade,
está em querer eu,
à ti, pertencer.
Assim, a troca
é bem-aventurada
quando ressoa
em um, e no outro
um mesmo querer.
E sistematicamente,
pulsará o amor a crescer...
ralleirias -Bravo amar
Assinar:
Postagens (Atom)






