curioso como a igualdade permeia existências de forma
diferente como uma forma de equalizar as forças naturais
com uma razão sobre às necessidades, e parte quem sabe
de um reconhecimento de igualdades nas carências, e de
uma certa noção de identidade coletiva...
Surge assim, a comunhão de vontades, e somente então,
carreada será a força, e esta, pretensiosamente vencedora ...
Contudo, é da individualidade com todas as suas singularidades
e na identificação das fragilidades próprias, que esta força ainda
emanará... Pois bem, também é assim justamente, neste ponto,
o da individualidade, que se dão os ataques que distorcem as
vontades das intenções coletivas....
Quais arautos, quais sinais escolhemos, como os construtores
e balizadores, não apenas de nossos temores, desejos e destinos,
mas sobretudo, de nossas razões? Quem impõe estes caminhos
e batalhas de fato? Quem vem colhendo nossos frutos e o nosso
trabalho, como coletividade?
- crônicas das lutas de classe 2017
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