sábado, 25 de novembro de 2023
comunhão
O ombro amigo,
que sempre preciso
é o meu violão.
E é a poesia, é quem
me entrega as alegrias,
nos meus mais sombrios
momentos de desilusão...
E vão me puxando pra fora
dos abismos, e esqueço as
tristezas e em malemolências
eu mesmo vou sambando
e sem som...
Os poemas, são como canção
que a minha mente, agora
canta e conta ao meu coração
sagas aonde o amor é bom
e é solução, e tem um que
que acolhe ao ser,
com dedicação...
mas, também
vai além....
é sagrada
comunhão.
ralleirias - Metateatro
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